sexta-feira, 19 de junho de 2020

Roberto Carlos

O INIMITÁVEL - 1968

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Roberto Carlos

ROBERTO CARLOS EM RITMO DE AVENTURA - 1967

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Roberto Carlos

ROBERTO CARLOS - 1966

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Os Vips

OS VIPS AO VIVO - A VOLTA - 1990

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Leno & Lilian

20 GRANDES SUCESSOS

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Martinha

GRANDES SUCESSOS - 2018

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Meire Pavão

A RAINHA DA JUVENTUDE - 1965

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Wanderlea

ANTOLOGIA XXI

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sexta-feira, 12 de junho de 2020

Jovem Guarda

MILLENNIUM - 20 MÚSICAS DO SÉCULO XX- 1995

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Golden Boys

20 SUPER SUCESSOS

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Trio Esperança

SÉRIE COLETÂNEA VOL.8 - 1974

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Vanusa

GRANDES SUCESSOS

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Waldirene

ANTOLOGIA

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Albert Pavão

ANTOLOGIA

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The Jet Black's

O MELHOR DE THE JET BLACK'S 1962-1966

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segunda-feira, 8 de junho de 2020

Saco Cheio

Quando era adolescente, prestei vestibular para história na USP, (não fui aprovado) matéria que admiro até hoje. Quando montei o blog, a intenção era divulgar música como fazíamos na época das fitas K7 e do empréstimo de discos entre amigos, mas também preservar os registros musicais do que gosto. Ou seja, o blog serviria também como um grande livro de história da música. É obvio que de tudo que publico, muita coisa veio de outros blogs, afinal, é impossível ter todos os discos. Mas o porquê desse artigo? Tenho pesquisado em muitos blogs a fim de obter o que me interessa e que talvez interesse a quem aqui frequente, mas a dificuldade fica cada dia maior. Explico: o que em minha opinião deveria ser facultado sem dificuldade, ou seja, os downloads, estão cada vez mais difíceis. Muitos blogs estão preocupados com publicidade, (não sei se isso dá dinheiro pra alguém) e cada vez que clicamos para baixar um disco somos empurrados para páginas de jogos on line, páginas de cadastro, paginas onde já tenhamos que ter uma conta e na maioria das vezes o download fica impossível. Isso sem falar dos blogs ou sites que põem a capa do disco, a play list, contam toda a história do artista, e no final das contas não tem as músicas para baixar. Pra que servem blogs assim? Se eu quiser saber alguma coisa sobre algo ou alguém, vou ao Google. Tudo isso sem falar das senhas infames que muitos ainda insistem em por em seus arquivos. Faço um apelo: por favor, parem de criar dificuldades para vender facilidades. O conhecimento deve ser liberado gratuitamente e sem dificuldade. Abraços.

sexta-feira, 5 de junho de 2020

Gravadora Elenco

A mais bossa nova das gravadoras não ficou marcada apenas por ter lançado grandes títulos do gênero, mas por criar uma nova linguagem para as capas dos LP’s, um novo conceito que revolucionaria o mercado de discos nos anos 60. Desde então, o disco deixou de ser visto apenas como mais um artigo de consumo e ganhou status de objeto de desejo, algo que dava prestígio ao seu proprietário. O boom criativo da Elenco durou pouco, apenas quatro anos – em 1968, ela deixou de ser uma gravadora independente para virar um selo da Philips. Controlada por uma multinacional e já sem o comando de Oliveira, perdeu boa parte do brilho até ser fechada definitivamente em 1971. Nunca na história deste país houve uma gravadora como a Elenco.


Aloysio de Oliveira – Em 1963 casou-se com Sylvia Telles, cantora lançada por ele e de quem produziu discos e fundou a Gravadora Elenco, especializada em discos de alta qualidade artística. Lançou diversos artistas em discos solo, como Edu Lobo, Nara Leão, Nana Caymmi, Vinicius de Moraes (como cantor) – aliás, o primeiro LP da Elenco foi “Vinicius & Odete Lara” – além de produzir álbuns antológicos, como “Caymmi Visita Tom”, “Vinicius e Caymmi no Zum Zum”, “Edu & Bethânia”, “Maysa” (ao vivo no Au Bom Gourmet), entre outros. Foi ainda nos anos 60 que Aloysio compôs diversas canções célebres em parceria com Tom Jobim, como Dindi, Só tinha que ser com você e Inútil Paisagem, entre outras, até 1968 quando a Elenco foi extinta. As imagens criadas por César Villela para o selo Elenco marcaram uma estética nova no design gráfico brasileiro e se tornaram sinônimo da bossa nova e da elite intelectual carioca dos anos 1960. O preto e o branco predominavam nas capas produzidas por Villela, que em sua maioria eram pontuadas por pequenos detalhes em vermelho. Responsável por capas de artistas como Tom Jobim, Nara Leão, Vinicius de Moraes, Baden Powell e Maysa, Villela ajudou a bossa nova a conquistar o Brasil – e o mundo – com a elegância e a ousadia que tanto marcam o estilo. “Eu e o fotógrafo Chico Pereira, que fazia as fotos dos artistas, não recebíamos nada para fazer nosso trabalho, pois acreditávamos naquilo.”
Fonte: O Baú dos Discos (uma pena o blog estar sem atualizações desde 01/2013)


Egberto Gismonti

EGBERTO GISMONTI - 1969

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