Viajando por todos os mares musicais. Sons que você só encontra aqui
sábado, 13 de abril de 2024
quarta-feira, 10 de abril de 2024
sábado, 14 de outubro de 2023
Pirata do Rock 18 Anos

segunda-feira, 31 de outubro de 2022
Errata

quinta-feira, 20 de outubro de 2022
Pirata do Rock 17 Anos

segunda-feira, 23 de maio de 2022
domingo, 27 de fevereiro de 2022
Albuns ao Vivo - Década de 1970

sexta-feira, 12 de novembro de 2021
Editora Abril - Gigantes do Jazz
No ano de 1980, a Editora Abril nos brindou com uma nova coleção de fascículos que tenta nos contar algo sobre a história da música. Dessa vez foi lançada a coleção Gigantes do Jazz, agora com discos no tamanho normal, ou seja, 12 polegadas. Pelo que consegui apurar foram 35 discos. Aqui no blog já tem alguns e trago hoje alguns outros. Para quem não tem intimidade com o gênero, essa é uma boa oportunidade para conhecer alguns dos pilares desse estilo. Espero que gostem. Abraços.sexta-feira, 5 de novembro de 2021
quinta-feira, 28 de outubro de 2021
Editora Abril - História da Música Popular Brasileira
No início e depois nos meados dos anos 70, a Editora Abril lançou duas coleções de fascículos sobre a MPB. As coleções se chamavam: História da MPB e Nova História da MPB, e ambas vinham acompanhadas por discos. As únicas diferenças entre uma e outra eram as capas e as vezes algumas músicas. Os discos sim eram diferentes, eram LP's de 10 polegadas, menores do que os LP's e maiores que os compactos. Os fascículos eram interessantíssimos, pois davam uma geral na carreira do artista que era apresentado e trazia fotos bem marcantes. Por serem coleções que retratavam principalmente compositores,a maioria das músicas é interpretada por outros artistas e assim podemos conhecer versões diferentes das originais. Os discos são imperdíveis. Um de meus sonhos aqui no blog, era publicar a primeira coleção inteira (48 discos) e nesse mês em que comemoramos nosso 16º aniversário isso foi feito. Espero que curtam bastante, pois retratam uma época importante de nossa música. Abraços.terça-feira, 31 de agosto de 2021
Peel Sessions

sábado, 19 de junho de 2021
quinta-feira, 8 de abril de 2021
Só Um Texto
Música eu curto desde criança. Lembro-me de que aos cinco anos já assistia aos programas da Jovem Guarda na televisão e que aos seis, quase sete anos, descia a rua onde morava em direção à escola cantando Alegria Alegria do Caetano. Assisti todos os festivais da MPB que passaram na extinta TV Excelsior, canal 9, e na Record, canal 7, ambas de São Paulo. Nessa época, tínhamos um piano em casa e minha mãe me obrigou a fazer o curso, coisa que só consegui até aos nove anos, pois não consegui assimilar a mudança das notas da clave de sol para a da fá. Lá pelos onze ou doze anos, uma tia que morava conosco (Tia Lucy), começou a trabalhar na Gravadora Continental e trazer para casa exemplares dos discos que ganhava lá. Entre outros, trouxe o Exile On Main St. dos Stones, e o Europe 72 do Grateful Dead. Só que eu ainda não conseguia entender esse tipo de som. Gostava mais de Bread, Alice Cooper, Secos e Molhados e de alguns discos de música Black. Quando estava na terceira série do ginásio, conheci um carinha que já curtia algo mais pesado e transado. Era o Carlinhos Morcego. Ele me apresentou os discos do Deep Purple, Grand Funk, J. Geils Band, Black Sabbath, Pink Floyd e Led Zeppelin. Nessa época curtíamos os famosos bailinhos em casa de família, pois ainda não existiam os salões de rock. Isso só veio muito mais prá frente (fui a todos, Led Slay, Fofinho, Templo do Rock, Heavy Metal, só pra citar alguns). O tempo foi passando e eu me tornando cada vez mais rockeiro. Confesso que durante um tempo fui meio obtuso e não conseguia ver que a música é uma coisa muito abrangente. Com o tempo e com a idade, consegui enxergar mais além e aí aconteceu algo inacreditável para mim, fui trabalhar um uma loja de discos na Galeria do Rock, isso em 1984 (trabalhei nessa mesma loja outra vez nos anos 2000). Eu já frequentava o ambiente a um bom tempo e pude acompanhar uma série de mudanças que começaram a acontecer. No som, nas vestimentas e no comportamento das pessoas. Começaram a aparecer os Punks e os Heavys, depois os Emos e os regueiros. Agora não era mais uma questão só de gosto musical e sim de comportamento. Ou você era isso ou aquilo. Assisti ao nascimento e a falência de grandes lojas de discos, elas sempre foram minha obsessão. Sempre imaginei uma loja de discos como uma grande biblioteca musical e como sempre gostei de livros e discos comecei a coleciona-los. Tive grandes quantidades de livros, LP’s e CD’s, nacionais e importados. Hoje tenho apenas alguns livros e CD’s originais e muito MP3. Mas apesar da qualidade do que tive ou tenho, sempre quis que muitas pessoas, o maior número possível, conhecessem o que eu gosto. Foi assim que em 2005, por inspiração dos blogs Lágrima Psicodélica e Loronix, comecei meu blog. Sempre me pautei por ser eclético, pois a música assim o é. E tudo isso foi escrito para que vocês entendam um pouco do que é a bagunça desse blog. Aqui tem rock (em todas suas vertentes), blues, jazz, MPB, samba... Sempre procuro apresentar o melhor. Espero estar colaborando com seu conhecimento musical. Nessa pandemia desejo saúde e boa música a todos.Cuidem-se.
domingo, 31 de janeiro de 2021
segunda-feira, 18 de janeiro de 2021
Lojas de Discos
Punk Rock Discos/New Face Recordds/Decontrol Discos - A loja começou como Punk Rock Discos em junho de 1979 e foi a terceira loja de discos a se instalar na Galeria do Rock. Depois de dois anos de atuação e de três abaixo assinados para a loja ser fechada por causar aglomeração no local,Fabio o proprietário e vocalista da banda Olho Seco mudou para a rua Augusta e mudou também o nome da loja para New Face Records. Após um tempo no novo endereço o negócio não vingou e voltou parra o antigo reduto, agora sob o nome de Decontrol Discos. Hoje ela já não existe mais. Foi fundamental para o desenvolvimento do movimento Punk em São Paulo através da venda de discos e principalmente fitas K7 e também foi o local de formação de várias bandas como Ratos de Porão, Cólera e Olho Seco.
London Calling - No ar desde 1986, a loja é referência pra novidades importadas além dos últimos lançamentos nacionais. Começou na Galeria do Reggae e hoje após muitos anos mudou-se para a Galeria do Rock. Ambas são vizinhas. Famosa por suas sessões de autógrafos com bandas internacionais que por aqui passam.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2021
Casas Noturnas de São Paulo

Carbono 14 - Fundada
em 1982 por Andrez Castilho Filho, Andrez Castilho e Theo Castilho em
um prédio de quatro andares nos quais tinham uma serraria (fechada
durante a noite); uma sala de cinema para 35 mm, outra sala para 16 e Super 8, uma
sala de vídeo onde eram exibidos filmes raros e vídeos de
shows de rock de bandas estrangeiras, uma sala de jogos com fliperama, três bares, uma pista de dança e palco
onde se apresentavam alguns dos principais nomes do rock brasileiro da década
de 1980 tais como Ira!, Mercenárias, Smack, Nau, Cabine C Violeta
de Outono, Akira S e As Garotas Que Erraram e Voluntários da
Pátria. Além dos shows de música e exibição de filmes e vídeos, ocorriam
também espetáculos de dança, vernissages de artes
plásticas, teatro e performances. Era ao lado do Madame
Satã, Lira Paulistana e Ácido Plástico, um dos principais pontos
da vanguarda, contracultura e underground paulistano.
Encerrou suas atividades em 1987. Contava com um jornal de
programação com tiragem de 5.000 exemplares com o qual os frequentadores
gratuitamente recebiam toda a programação e informação mensal.
Madame Satã - A casa fechou
suas portas em 2009, quando era administrada por José Maurício Penteado,
mas em outubro de 2011 foi anunciada a sua volta] que ocorreu em
29 de fevereiro de 2012. Viveu seu momento áureo na década de 1980, quando
a new wave começou a fazer sucesso no
Brasil. Ficou conhecido principalmente pela "salada cultural". Ao
mesmo tempo em que funcionava majoritariamente como discoteca, também
acolhia manifestações artísticas/culturais de todos os tipos. A convivência
pacífica entre pessoas de postura, classe social, etnia e ideologias diferentes
presentes em um mesmo lugar era comum, o que fugia à regra dos demais points da
época; artistas, carecas, escritores, estudantes, homossexuais assumidos, intelectuais, jornalistas, poetas, punks, góticos, socialites, transformistas,
entre outros, faziam a clientela da casa. Recebeu alguns dos primeiros shows de
bandas da cidade como o RPM, Titãs, Ira!, entre outras.
Rose Bom Bom - Ficava na Oscar Freire, 720 (Galeria Femina) na região dos jardins. Era meio punk. Subíamos uma escadinha lateral e dávamos de cara com um lugar meio... digamos assim... esquisito. A decoração era vermelha e a frequência era de gente bem alternativa. O repertório abrangia grooves americanos do hip hop e da house music, que logo cederam espaço para a EBM (Electronic Body Music) e new beat. No pequeno palco de apenas três metros de largura por dois de comprimento, os oito integrantes da formação original dos Titãs se acotovelavam para tocar "Sonífera Ilha", o primeiro hit. O Rose intercalava o som das picapes com apresentações ao vivo de bandas como Titãs, Ultrage a Rigor, Plebe Rude, Engenheiros do Hawaii. Eram duas ou três entradas de meia hora por noite, sempre encerradas com o providencial café da manhã servido para os últimos combatentes, pouco antes de a danceteria fechar.
AeroAnta - Foi inaugurado em 1987. Trazer bandas gringas era missão quase impossível em tempos de cruzeiros e cruzados, então eram os artistas nacionais que mais agitavam aquele palco. Cazuza, Cássia Eller, Chico Science, Tim Maia, Ed Motta, Raimundos, The Falla, Fellini, Mercenárias , Garage Fuzz e Ira! são alguns deles. Diz que era o clube predileto do Nick Cave em São Paulo, que foi visto no meio da plateia. O auge da casa foi nos anos 90, chegando até a ter filiais no Paraná. Mas acabou engolido pela obra de expansão da Av. Faria Lima em 1996. Hoje o endereço mudou, mas a casa se manteve, e virou o bar Z Carniceria nas mãos do Facundo Guerra. Depois do Aeroanta, as casas de show de pequeno porte que apareceram foram muitas, como o Studio SP, o CB e Cine Joia, o único que ainda existe.
Napalm - Ficava na Rua Marques de Itu 392. Era uma garagem acinzentada e sombria, mas com um palco grande o suficiente para abrigar uma banda de rock. Foi ali que os grupos de Brasília tocaram pela primeira vez em SP, como a Legião Urbana. Por lá também se apresentavam os punks da periferia como Inocentes e Ratos de Porão. O local era frequentado por todas as tribos. De new waves a punks e reggueiros.
Woodstock Music Hall – Ficava na Rua da Consolação 3247. Nesse lugar apresentavam-se bandas cover. Era meio alternativo, rock inglês de vanguarda e shows com bandas nacionais eram comuns por lá. Também era muito comum apresentações do conjunto Rock Memory.
Existiram e existem muitas mais. Gostaria de ter falado das famosíssimas Led Slay e Fofinho Rock Club, mas não encontrei nada que merecesse destaque. Ficam apenas as lembranças de quem as conheceu.
sexta-feira, 2 de outubro de 2020
Pirata do Rock 15 Anos
15 Anos, parece até um baile de debutante. Pelo número, parece tão pouco, mas quanta coisa aconteceu. Conheci pessoas, mesmo que virtualmente. Algumas gostaram de mim, outras não. Conheci muitos sons e pirateei vários. Algumas vezes dei o crédito, outras não, afinal são tantos discos e tantos blogs que você acaba nem se lembrando de onde veio tal e qual disco. Essa já é quarta fase do Pirata. Uma vez deletei o blog por conta própria e nas outras duas fui deletado pelos detentores desse nosso meio de comunicação. Sou do tempo onde se compartilhava música pelo empréstimo de discos e fitas K7, ou seja, já sou meio velhinho, mas o que mais me move nesse trabalho, ou diversão, porque é isso que mantém um blog, é a vontade de compartilhar música e até algumas vezes ideais. Nunca expus meu pensamento político, nem se algo ou disco era bom ou ruim. Acho que isso não cabe nesse espaço. Só publiquei o que quis e o que achei legal. Só prá constar, nos anos 70 fui hippie e esse pensamento e postura me guiam até hoje. Curti grandes shows e festivais, inúmeros acampamentos, conheci pessoas e pensamentos os mais variados e cheguei a conclusão de que nossa vida é a de paz e compartilhamento, principalmente daquilo que é bom. Sinceramente e até por vaidade (condenada por Salomão na Bíblia), espero que tenham gostado e curtido o que aqui foi publicado. E para comemorar a data, vai aqui uma seleção de músicas que nunca foram publicadas no blog. São basicamente músicas Pop, mas muito legais. Abraços a todos.
sexta-feira, 28 de agosto de 2020
MPB Independente / Disco de Bolso
Para saber mais sobre o Disco de Bolso: Blog Tarati Taraguá - http://taratitaragua.blogspot.com/2015/11/a-historia-do-disco-de-bolso-do-pasquim.html
Para saber mais sobre MPB Independente: Blog Disco Furado - https://discofurado.blogspot.com/search?q=mpb+independente





























