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sábado, 14 de outubro de 2023

Pirata do Rock 18 Anos

Neste mês, estou completando 18 anos no ar. Espero ter agradado pelo menos a alguns. Devido a idade e ao cansaço, não sei por quanto tempo ainda resistirei. Alguns dos blogs que gostava muito duraram menos. O que sei é que as postagens vão diminuir um pouco, mas continuarão enquanto a cabeça aguentar. Obrigado a todos que nos visitaram e deixaram seus comentários. Long Live Rock'n'Roll. 

segunda-feira, 31 de outubro de 2022

Errata

 De acordo com notícias colhidas no Google e na Wikipedia, fiz uma postagem em homenagem a morte de Erasmo Carlos. Após comentários de alguns visitantes do blog, fui informado que a notícia era falsa e procurei por informações novamente. Realmente eu errei e deixo aqui minhas desculpas. Erasmo está  vivo e com perspectivas de deixar o hospital em breve. Espero que sim e torço pela sua recuperação. Força Erasmo.

quinta-feira, 20 de outubro de 2022

Pirata do Rock 17 Anos

Neste ano de 2022, entre idas e vindas completamos 17 anos no ar. Acredito ser um dos mais antigos aqui em São Paulo. Hoje especificamente, 20/10/2022, completamos 10 anos ininterruptamente em atividade. Como já disse alguma vez, só publico o que gosto. Aqui não é um blog de atualidades, mas sim um local onde se pretende resgatar muito do passado, apesar de trazer algumas novidades quando acho que são relevantes. Ao longo do tempo tenho recebido elogios (muitos) e também críticas, principalmente pela qualidade de som das postagens. Alguns querem que seja tudo em flac. Mas todos os discos que baixei em flac tive que converter para mp3, pois meu computador só funciona assim. Se alguém quiser me ensinar como ouvir em flac ficarei muito agradecido. Enfim, esse blog é amador. Aqui não tem propagandas, não se emitem opiniões políticas e nem de qualquer outra vertente, só nos interessamos por música. Alguns pensam que somos uma equipe de várias pessoas, mas o blog é meu e só eu trabalho nele, portanto a equipe é de um homem só. O blog foi criado com a intenção de ser cultural e assim continuará sendo enquanto existir. Quem aqui frequenta, espero que continue e se possível que nos divulgue. Finalizando, obrigado pela audiência e que possamos ficar juntos por muito mais tempo, Obrigado.

domingo, 27 de fevereiro de 2022

Albuns ao Vivo - Década de 1970

Como todos sabem, a década de 1970 foi pródiga em albuns ao vivo. Quase todas as grandes bandas lançaram o seu. Acho que a única que não lançou foi o Black Sabbath, que só teve um bom disco ao vivo com o Ozzy em 1998, chamado Reunion. Assim sendo, resolvi repostar alguns desses discos para a lembrança de vocês. Todos são ótimos. 

sexta-feira, 12 de novembro de 2021

Editora Abril - Gigantes do Jazz

No ano de 1980, a Editora Abril nos brindou com uma nova coleção de fascículos que tenta nos contar algo sobre a história da música. Dessa vez foi lançada a coleção Gigantes do Jazz, agora com discos no tamanho normal, ou seja, 12 polegadas. Pelo que consegui apurar foram 35 discos. Aqui no blog já tem alguns e trago hoje alguns outros. Para quem não tem intimidade com o gênero, essa é uma boa oportunidade para conhecer alguns dos pilares desse estilo. Espero que gostem. Abraços.

quinta-feira, 28 de outubro de 2021

Editora Abril - História da Música Popular Brasileira

No início e depois nos meados dos anos 70, a Editora Abril lançou duas coleções de fascículos sobre a MPB. As coleções se chamavam: História da MPB e Nova História da MPB, e ambas vinham acompanhadas por discos. As únicas diferenças entre uma e outra eram as capas e as vezes algumas músicas. Os discos sim eram diferentes, eram LP's de 10 polegadas, menores do que os LP's e maiores que os compactos. Os fascículos eram interessantíssimos, pois davam uma geral na carreira do artista que era apresentado e trazia fotos bem marcantes. Por serem coleções que retratavam principalmente compositores,a maioria das músicas é interpretada por outros artistas e assim podemos conhecer versões diferentes das originais. Os discos são imperdíveis. Um de meus sonhos aqui no blog, era publicar a primeira coleção inteira (48 discos) e nesse mês em que comemoramos nosso 16º aniversário isso foi feito.  Espero que curtam bastante, pois retratam uma época importante de nossa música. Abraços.



terça-feira, 31 de agosto de 2021

Peel Sessions

John Robert Parker Ravenscroft, mais conhecido como John Peel, foi radialista da Radio 1 da BBC de Londres, de 1967 até 2004. Por seu gosto musical ser bem eclético, foi um grande influenciador de toda cena rock na Inglaterra. Em seus programas tocava punk, reggae, hip hop e muitas coisas mais. Através das famosas Peel Sessions, muitas bandas, tanto desconhecidas como algumas já famosas, deixaram registros. Vários desses registros foram e outros estão sendo lançados em disco. No site List of Peel sessions - Wikipedia, tem uma lista de todo mundo que passou por lá. Muitas das sessões só puderam ser ouvidas em sua apresentação inicial, mas o blogueiro Dave Strickson reuniu quase 1000 vídeos disponíveis e organizou uma lista em ordem alfabética onde eles podem ser vistos e ouvidos no You Tube, basta clicar no nome da banda. A lista está no endereço Formally Known As The Bollocks : John Peel Sessions (davestrickson.blogspot.com) . Aqui no blog tem alguma coisa dessas sessões. Espero trazer mais. 

Aqui tem um pequeno exemplo do que já foi lançado.



quinta-feira, 8 de abril de 2021

Só Um Texto

Música eu curto desde criança. Lembro-me de que aos cinco anos já assistia aos programas da Jovem Guarda na televisão e que aos seis, quase sete anos, descia a rua onde morava em direção à escola cantando Alegria Alegria do Caetano. Assisti todos os festivais da MPB que passaram na extinta TV Excelsior, canal 9, e na Record, canal 7, ambas de São Paulo. Nessa época, tínhamos um piano em casa e minha mãe me obrigou a fazer o curso, coisa que só consegui até aos nove anos, pois não consegui assimilar a mudança das notas da clave de sol para a da fá. Lá pelos onze ou doze anos, uma tia que morava conosco (Tia Lucy), começou a trabalhar na Gravadora Continental e trazer para casa exemplares dos discos que ganhava lá. Entre outros, trouxe o Exile On Main St. dos Stones, e o Europe 72 do Grateful Dead. Só que eu ainda não conseguia entender esse tipo de som. Gostava mais de Bread, Alice Cooper, Secos e Molhados e de alguns discos de música Black. Quando estava na terceira série do ginásio, conheci um carinha que já curtia algo mais pesado e transado. Era o Carlinhos Morcego. Ele me apresentou os discos do Deep Purple, Grand Funk, J. Geils Band, Black Sabbath, Pink Floyd e Led Zeppelin. Nessa época curtíamos os famosos bailinhos em casa de família, pois ainda não existiam os salões de rock. Isso só veio muito mais prá frente (fui a todos, Led Slay, Fofinho, Templo do Rock, Heavy Metal, só pra citar alguns). O tempo foi passando e eu me tornando cada vez  mais rockeiro. Confesso que durante um tempo fui meio obtuso e não conseguia ver que a música é uma coisa muito abrangente. Com o tempo e com a idade, consegui enxergar mais além e aí aconteceu algo inacreditável para mim, fui trabalhar um uma loja de discos na Galeria do Rock, isso em 1984 (trabalhei nessa mesma loja outra vez nos anos 2000). Eu já frequentava o ambiente a um bom tempo e pude acompanhar uma série de mudanças que começaram a acontecer. No som, nas vestimentas e no comportamento das pessoas. Começaram a aparecer os Punks e os Heavys, depois os Emos e os regueiros. Agora não era mais uma questão só de gosto musical e sim de comportamento. Ou você era isso ou aquilo. Assisti ao nascimento e a falência de grandes lojas de discos, elas sempre foram minha obsessão. Sempre imaginei uma loja de discos como uma grande biblioteca musical e como sempre gostei de livros e discos comecei a coleciona-los. Tive grandes quantidades de livros, LP’s e CD’s, nacionais e importados. Hoje tenho apenas alguns livros e CD’s originais e muito MP3. Mas apesar da qualidade do que tive ou tenho, sempre quis que muitas pessoas, o maior número possível, conhecessem o que eu gosto. Foi assim que em 2005, por inspiração dos blogs Lágrima Psicodélica e Loronix, comecei meu blog. Sempre me pautei por ser eclético, pois a música assim o é. E tudo isso foi escrito para que vocês entendam um pouco do que é a bagunça desse blog. Aqui tem rock (em todas suas vertentes), blues, jazz, MPB, samba... Sempre procuro apresentar o melhor. Espero estar colaborando com seu conhecimento musical. Nessa pandemia desejo saúde e boa música a todos.Cuidem-se.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Lojas de Discos

Punk Rock Discos/New Face Recordds/Decontrol Discos - A loja começou como Punk Rock Discos em junho de 1979 e foi a terceira loja de discos a se instalar na Galeria do Rock. Depois de dois anos de atuação e de três abaixo assinados para a loja ser fechada por causar aglomeração no local,Fabio o proprietário e vocalista da banda Olho Seco mudou para a rua Augusta e mudou também o nome da loja para New Face Records. Após um tempo no novo endereço o negócio não vingou e  voltou parra o antigo reduto, agora sob o nome de Decontrol Discos. Hoje ela já não  existe mais. Foi fundamental para o desenvolvimento do movimento Punk em São Paulo através da venda de discos e principalmente fitas K7 e também foi o local de formação de várias bandas como Ratos de Porão, Cólera e Olho Seco.

London Calling - No ar desde 1986, a loja é referência pra novidades importadas além dos últimos lançamentos nacionais. Começou na Galeria do Reggae e hoje após muitos anos mudou-se para a Galeria do Rock. Ambas são vizinhas. Famosa por suas sessões de autógrafos com bandas internacionais que por aqui passam.

Eric Discos - Fundada pelo inglês e ex bancário Eric Clauford em 1979, é um tradicional ponto de encontro para os amantes de vinil. Situa-se no bairro de Pinheiros. Trabalha com quase todos os estilos musicais além de livros, DVD's, fitas K7, quadrinhos e afins. Também é muito procurada por visitantes ilustres em visitas a São Paulo.
Augusta Discos - Com quase 35 anos de atuação a loja tem dois endereços na famosa Rua Augusta, um dos principais points de São Paulo. As lojas são muito grandes e abrangem todos os estilos musicais, com discos e CD's a um preço bem razoável.
Ventania Discos - Comandada por Alcides Campos desde 1985, a loja conta com mais de 100 mil itens no seu acervo. Muitas raridades e outros nem tanto. Trabalha com todos os ritmos, sem distinção. Situa-se na Rua 24 de Maio 188.


quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Casas Noturnas de São Paulo

Todas as tribos antigas sempre tiveram seus locais de confraternização e nos tempos modernos não poderia ser diferente. Em nosso caso, costumamos nos reunir em casas noturnas, praças, bares e locais afins. Assim sendo, trago para a lembrança de vocês alguns dos locais onde se curtia muito rock e outras artes na cidade de São Paulo nos anos 70, 80 e 90. 

  

Carbono 14 - Fundada em 1982 por Andrez Castilho Filho, Andrez Castilho e Theo Castilho em um prédio de quatro andares nos quais tinham uma serraria (fechada durante a noite); uma sala de cinema para 35 mm, outra sala para 16 e Super 8, uma sala de vídeo onde eram exibidos filmes raros e vídeos de shows de rock de bandas estrangeiras, uma sala de jogos com fliperama, três bares, uma pista de dança e palco onde se apresentavam alguns dos principais nomes do rock brasileiro da década de 1980 tais como Ira!, Mercenárias, Smack, Nau, Cabine C Violeta de Outono, Akira S e As Garotas Que Erraram e Voluntários da Pátria. Além dos shows de música e exibição de filmes e vídeos, ocorriam também espetáculos de dança, vernissages de artes plásticas, teatro e performances. Era ao lado do Madame Satã, Lira Paulistana e Ácido Plástico, um dos principais pontos da vanguarda, contracultura e underground paulistano. Encerrou suas atividades em 1987. Contava com um jornal de programação com tiragem de 5.000 exemplares com o qual os frequentadores gratuitamente recebiam toda a programação e informação mensal.

Madame Satã - A casa fechou suas portas em 2009, quando era administrada por José Maurício Penteado, mas em outubro de 2011 foi anunciada a sua volta] que ocorreu em 29 de fevereiro de 2012. Viveu seu momento áureo na década de 1980, quando a new wave começou a fazer sucesso no Brasil. Ficou conhecido principalmente pela "salada cultural". Ao mesmo tempo em que funcionava majoritariamente como discoteca, também acolhia manifestações artísticas/culturais de todos os tipos. A convivência pacífica entre pessoas de postura, classe social, etnia e ideologias diferentes presentes em um mesmo lugar era comum, o que fugia à regra dos demais points da época; artistas, carecas, escritores, estudantes, homossexuais assumidos, intelectuais, jornalistas, poetas, punks, góticos, socialites, transformistas, entre outros, faziam a clientela da casa. Recebeu alguns dos primeiros shows de bandas da cidade como o RPM, Titãs, Ira!, entre outras.


Rose Bom Bom -  Ficava na Oscar Freire, 720 (Galeria Femina) na região dos jardins. Era meio punk. Subíamos uma escadinha lateral e dávamos de cara com um lugar meio... digamos assim... esquisito. A decoração era vermelha e a frequência era de gente bem alternativa. O repertório abrangia grooves americanos do hip hop e da house music, que logo cederam espaço para a EBM (Electronic Body Music) e new beat. No pequeno palco de apenas três metros de largura por dois de comprimento, os oito integrantes da formação original dos Titãs se acotovelavam para tocar "Sonífera Ilha", o primeiro hit. O Rose intercalava o som das picapes com apresentações ao vivo de bandas como Titãs, Ultrage a Rigor, Plebe Rude, Engenheiros do Hawaii. Eram duas ou três entradas de meia hora por noite, sempre encerradas com o providencial café da manhã servido para os últimos combatentes, pouco antes de a danceteria fechar.

AeroAnta - Foi inaugurado em 1987. Trazer bandas gringas era missão quase impossível em tempos de cruzeiros e cruzados, então eram os artistas nacionais que mais agitavam aquele palco. Cazuza, Cássia Eller, Chico Science, Tim Maia, Ed Motta, Raimundos, The Falla, Fellini, Mercenárias , Garage Fuzz e Ira! são alguns deles. Diz que era o clube predileto do Nick Cave em São Paulo, que foi visto no meio da plateia. O auge da casa foi nos anos 90, chegando até a ter filiais no Paraná. Mas acabou engolido pela obra de expansão da Av. Faria Lima em 1996. Hoje o endereço mudou, mas a casa se manteve, e virou o bar Z Carniceria nas mãos do Facundo Guerra. Depois do Aeroanta, as casas de show de pequeno porte que apareceram foram muitas, como o Studio SP, o CB e Cine Joia, o único que ainda existe.

Napalm - Ficava na Rua Marques de Itu 392. Era uma garagem acinzentada e sombria, mas com um palco grande o suficiente para abrigar uma banda de rock. Foi ali que os grupos de Brasília tocaram pela primeira vez em SP, como a Legião Urbana.  Por lá também se apresentavam os punks da periferia como Inocentes e Ratos de Porão. O local era frequentado por todas as tribos. De new waves a punks e reggueiros.

Woodstock Music Hall – Ficava na Rua da Consolação 3247. Nesse lugar apresentavam-se bandas cover. Era meio alternativo, rock inglês de vanguarda e shows com bandas  nacionais eram comuns por lá. Também era muito comum apresentações do conjunto Rock Memory.


Pirata
- Inaugurada em abril de 1979, a boate ficava na Ilha Porchat em São Vicente - SP.


Existiram e existem muitas mais. Gostaria de ter falado das famosíssimas Led Slay e Fofinho Rock Club, mas não encontrei nada que merecesse destaque. Ficam apenas as lembranças de quem as conheceu.

sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Pirata do Rock 15 Anos

15 Anos, parece até um baile de debutante. Pelo número, parece tão pouco, mas quanta coisa aconteceu. Conheci pessoas, mesmo que virtualmente. Algumas gostaram de mim, outras não. Conheci muitos sons  e pirateei vários. Algumas vezes dei o crédito, outras não, afinal são tantos discos e tantos blogs que você acaba nem se lembrando de onde veio tal e qual disco. Essa já é quarta fase do Pirata. Uma vez deletei o blog por conta própria e nas outras duas fui deletado pelos detentores desse nosso meio de comunicação. Sou do tempo onde se compartilhava música pelo empréstimo de discos e fitas K7, ou seja, já sou meio velhinho, mas o que mais me move nesse trabalho, ou diversão, porque é isso que mantém um blog, é a vontade de compartilhar música e até algumas vezes ideais. Nunca expus meu pensamento político, nem se algo ou disco era bom ou ruim. Acho que isso não cabe nesse espaço. Só publiquei o que quis e o que achei legal. Só prá constar, nos anos 70 fui hippie e esse pensamento e postura me guiam até hoje.  Curti grandes shows e festivais, inúmeros acampamentos, conheci pessoas e pensamentos os mais variados e cheguei a conclusão de que nossa vida é a de paz e compartilhamento, principalmente  daquilo que é bom. Sinceramente e até por vaidade (condenada por Salomão na Bíblia), espero que tenham gostado e curtido o que aqui foi publicado. E para comemorar a data, vai aqui uma seleção de músicas que nunca foram publicadas no blog. São basicamente músicas Pop, mas muito legais. Abraços a todos.


Pegar

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

MPB Independente / Disco de Bolso

Em 1972, Sergio Ricardo apresentou ao jornal “O Pasquim” uma ideia sobre produzir e lançar discos independentes. O nome era “Disco de Bolso”. A ideia foi pra frente e a forma de distribuição seria em uma revista através de bancas de jornal. Por inúmeros problemas foram lançados apenas dois exemplares e ficou nisso. O projeto queria reunir quem já era famoso e quem viria a ser. Para o número um foram escalados Tom Jobim e João Bosco, para o número dois Caetano Veloso, recém repatriado do exílio e Fagner. Em 1982, para comemorar os 10 anos do sucesso que poderia ter tido tal ideia, foi lançado o disco MPB Independente, que vinha encartado na “Revista MPB” produzido pela mesma editora do “Pasquim”. Durou apenas uma edição. Nessa edição foram publicados os títulos já lançados na série “Disco de Bolso” e novos artistas que estavam se destacando na cena. Um registro histórico que merece ser ouvido.
Para saber mais sobre o Disco de Bolso: Blog Tarati Taraguá - http://taratitaragua.blogspot.com/2015/11/a-historia-do-disco-de-bolso-do-pasquim.html
Para saber mais sobre MPB Independente: Blog Disco Furado - https://discofurado.blogspot.com/search?q=mpb+independente 


Pegar

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Bossa Instrumental

O surgimento da Bossa Nova elevou a música brasileira à um novo patamar. Músicos (muito bons), inspirados no Jazz americano e no samba brasileiro começaram a dar novos passos na música instrumental. Foi ai que começaram a pipocar por aqui os famosos conjuntos (trios, quartetos e afins) que nos trouxeram inúmeros discos desse novo som brasileiro. Sou fã desse tipo de música e há muito tempo queria trazer prá vocês alguns discos do gênero. Só Sonzeira.

domingo, 26 de julho de 2020

Saudade

Por definição sou rockeiro, e o nome do blog reflete isso. Apesar desses argumentos, isso não quer dizer que não possa apreciar outros gêneros. Um gênero de que sempre gostei foi o da nossa velha música popular brasileira, principalmente aquela feita do início aos meados do século XX. As grandes vozes, instrumentações impecáveis, muitas vezes virtuosas e em grande parte a biografia dos participantes pode ser comparada a dos maiores astros do rock. Não sei se já notaram, mas muitos dos bons, eram por assim dizer, diferentes, consumiam substâncias nem sempre recomendadas, passavam a noite e talvez dias em embalos nada saudáveis. Na verdade, hoje em dia sinto falta de boas bandas de rock. Hoje os vocalistas só gritam (que falta de um novo Robert Plant), as “cozinhas e as guitarras” só sabem emitir sons sem nenhuma musicalidade (novamente, que falta de uma boa banda de blues). Na nova MPB temos “cantoras” sem nenhuma voz (é moda hoje em dia). Em fim, esta faltando musicalidade. Esse é o motivo porque tenho postado tanta coisa das antigas da nossa MPB. Sinto saudade de ouvir música.